http://is.gd/hxjWT Documentário italiano (legendado) sobre o uso do corpo da mulher na televisão. Um excelente documentário, curto e direto. Gostei e recomendo!
Tudo acaba sempre na questão: Qual é o papel da mulher na sociedade moderna? A resposta só é complicada porque há 50.000 anos de história onde este problema nunca foi resolvido. Hoje ainda não está. Virá a estar algum dia?
Vi 1/3 do vídeo, mas suponho que entendi a questão e só consigo lembrar-me de mulheres que conheço, ou de que ouvi falar, tão diferentes, portuguesas, verdadeiras heroínas desconhecidas que diariamente se ultrapassam para conseguir cumprir os objectivos a que se propoem, cuidando da família, trabalhando em casa e no emprego, ajudando os pais, multiplicando-se em tempo e resistência. Mulheres assim, humanamente válidas, de valor, existem em todos os continentes, em todos os países e suponho que sejam a maioria. Alienações existem em todo o mundo, não só em Itália e não devem servir de modelo representativo do género. Não será?
A mulher quis tanto sair da penumbra, ganhar o seu lugar ao sol. Desencanta-me a enormidade deste aproveitamento "objectal". Todos sabemos que a mulher é muito mais que uma imagem. No entanto, aceitam "passivamente" ser ícones portadoras da beleza, do vazio da moda, como se a vida delas (e de milhares de seres humanos) dependesse desse momento apoteotico em que criaram beleza - efémera - em que se sentiram perfeitas, desejáveis. Não para elas, mas para outros, não para melhorarem a sua péssima auto-estima mas para pavonearem o ego. Incomoda-me, assusta-me a beleza propagandista enquanto fenómeno de algo maior
Oh meninas, deixem pra lá, não é tão grave assim! Há lugar para tudo! Mulheres-objeto, intelectuais, líderes, empregadas de limpeza, presidentas das repúblicas, mãezinhas, operárias, exploradas, exploradoras, etc etc, todos estes modelos de "raças-humanas" têm o seu lugar no quadro planetário. Ah, mas o homem é que domina, o planeta é feito à imagem do homem, a mulher sempre foi relegada para lugares secundários! É verdade, mas é Deus que quer assim! Ou, pelo menos é o Deus dos católicos, dos muçulmanos e dos budistas, mais as seitas que gravitam à sua volta, e só aqui temos praí 80% das confissões religiosas. Confissões essas que as mulheres seguem e sustentam! Se as mulheres fizessem greve à religião, as coisas mudavam num instante. Ora aqui está uma proposta! Vamos fazer uma revolução pacífica! As mulheres fazem greve à igreja e os homens (seguindo o Eric Cantona) levantam o dinheiro todo dos Brancos!
Vou conferir quantas assinaturas são precisas para levar o assunto ao Parlamento europeu! Depois ao parlamento sulamericano (com sede em Caracas) e depois ao comité central chinês. E no fim à Angela Merkel. E no finzinho mesmo, à Dilma,
Tudo acaba sempre na questão: Qual é o papel da mulher na sociedade moderna? A resposta só é complicada porque há 50.000 anos de história onde este problema nunca foi resolvido. Hoje ainda não está. Virá a estar algum dia?
ResponderExcluirEu ainda não consigo enxergar o problema... elas mandam no mundo, nos criam desse jeito e fazem disso seu grande trunfo de poder.
ResponderExcluirTou ainda tentado a lançar o Movimento Homista ou Men´s Lib... a única forma de acabar com isso!
:-)
Vi 1/3 do vídeo, mas suponho que entendi a questão e só consigo lembrar-me de mulheres que conheço, ou de que ouvi falar, tão diferentes, portuguesas, verdadeiras heroínas desconhecidas que diariamente se ultrapassam para conseguir cumprir os objectivos a que se propoem, cuidando da família, trabalhando em casa e no emprego, ajudando os pais, multiplicando-se em tempo e resistência.
ResponderExcluirMulheres assim, humanamente válidas, de valor, existem em todos os continentes, em todos os países e suponho que sejam a maioria.
Alienações existem em todo o mundo, não só em Itália e não devem servir de modelo representativo do género. Não será?
A mulher quis tanto sair da penumbra, ganhar o seu lugar ao sol. Desencanta-me a enormidade deste aproveitamento "objectal". Todos sabemos que a mulher é muito mais que uma imagem. No entanto, aceitam "passivamente" ser ícones portadoras da beleza, do vazio da moda, como se a vida delas (e de milhares de seres humanos) dependesse desse momento apoteotico em que criaram beleza - efémera - em que se sentiram perfeitas, desejáveis. Não para elas, mas para outros, não para melhorarem a sua péssima auto-estima mas para pavonearem o ego. Incomoda-me, assusta-me a beleza propagandista enquanto fenómeno de algo maior
ResponderExcluirOh meninas, deixem pra lá, não é tão grave assim! Há lugar para tudo! Mulheres-objeto, intelectuais, líderes, empregadas de limpeza, presidentas das repúblicas, mãezinhas, operárias, exploradas, exploradoras, etc etc, todos estes modelos de "raças-humanas" têm o seu lugar no quadro planetário.
ResponderExcluirAh, mas o homem é que domina, o planeta é feito à imagem do homem, a mulher sempre foi relegada para lugares secundários!
É verdade, mas é Deus que quer assim! Ou, pelo menos é o Deus dos católicos, dos muçulmanos e dos budistas, mais as seitas que gravitam à sua volta, e só aqui temos praí 80% das confissões religiosas.
Confissões essas que as mulheres seguem e sustentam! Se as mulheres fizessem greve à religião, as coisas mudavam num instante.
Ora aqui está uma proposta! Vamos fazer uma revolução pacífica! As mulheres fazem greve à igreja e os homens (seguindo o Eric Cantona) levantam o dinheiro todo dos Brancos!
Tou dentro! Onde é que eu assino?
ResponderExcluirVou conferir quantas assinaturas são precisas para levar o assunto ao Parlamento europeu! Depois ao parlamento sulamericano (com sede em Caracas) e depois ao comité central chinês. E no fim à Angela Merkel. E no finzinho mesmo, à Dilma,
ResponderExcluirPelo roteiro eu tou querendo participar da comitiva...
ResponderExcluirtu não existes!
ResponderExcluirCrendo em ti, tudo mudava...
legal... vou procurar ver
ResponderExcluir